A residência médica visa à formação e à capacitação dos profissionais por meio da vivência hospitalar
FOTOS: Eduarda de Sá/FCecon
A Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), recepcionou, nesta segunda-feira (02/03), quatro novos médicos residentes. A residência médica visa à formação e à capacitação dos profissionais por meio da vivência hospitalar, além de fomentar a pesquisa científica no campo da oncologia.
Os novos residentes foram aprovados no Processo Seletivo/Residência Médica 2025/2026, sendo dois profissionais na área de Anestesiologia – Victor Braga Barbosa e Mateus Araújo de Oliveira – e dois em Radiologia e Diagnóstico por Imagem – Ronaldo Libório Júnior e Thaís Ribeiro.
Os médicos foram recepcionados pela diretora de Ensino e Pesquisa/FCecon, Valquíria Martins, pela médica preceptora do serviço de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Cristiane Paulain, e pelo secretário da Comissão de Residência Médica (Coreme/FCecon), Daniel Ferreira Dias.
Martins deu boas-vindas aos residentes, e falou sobre a missão institucional voltada a formular e executar a política estadual de combate ao câncer, por meio da prevenção, diagnóstico e tratamento. Segundo ela, os residentes estão, agora, inseridos dentro dessa nova realidade, voltada à assistência ao paciente oncológico, o qual necessita de um olhar humanizado.
Ensino e Pesquisa
Em sua fala, Martins também destacou a importância de os residentes se inserirem no contexto da pesquisa científica institucional. Ela citou como exemplo o Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), e o fomento dado aos servidores para cursarem mestrado e doutorado, por exemplo, o Doutorado Interinstitucional (Dinter) na área de oncologia, um convênio entre a FCecon, a Fundação Antônio Prudente e o A.C. Camargo Cancer Center.
“A unidade hospitalar cresceu de forma exponencial na última década na área do Ensino e Pesquisa. Temos grupos de pesquisa cadastrados junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Saímos de um número ínfimo de pesquisas de iniciação científica realizadas institucionalmente para mais de 70 projetos orientados ao ano. As ações demonstram os avanços obtidos pelo hospital”, frisou Martins.